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Quinta-feira, 30 de março de 2017 15h23


JUSTIÇA E CIDADANIA

Guarantã do Norte será atendida pelo Mutirão da Justiça Comunitária

Criado pelo Tribunal de Justiça por meio da Lei Estadual n° 8.161/04, o objetivo do evento é aproximar o Poder Judiciário da comunidade

RAPHAELLA PADILHA / ASSESSORIA DE GABINETE



Guarantã do Norte será atendida pelo Mutirão da Justiça Comunitária (Foto: Daniel Meneguini/Assessoria de gabinete)

Assistência processual, médica e social são alguns dos serviços que o Mutirão da Justiça Comunitária vai oferecer ao povo de Guarantã do Norte - num projeto desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ/MT) em parceria com as prefeituras municipais e com a  iniciativa privada.  Após reunir-se com o desembargador Marcos Machado e o deputado  Dilmar Dal’ Bosco, na tarde de ontem (29), em Cuiabá, o prefeito Érico Stevan confirmou a realização de uma edição do programa em Guarantã do Norte, prevista para o mês de junho.

Entre os serviços ofertados pelo mutirão, em edições anteriores, estavam a emissão de 1ª e 2ª via de RG e CPF, negociação de tributos, esclarecimento de dúvidas com relação à aposentadoria, consultoria jurídica, doação de mudas, exposição de animais para doação, corte de cabelo, maquiagem, cuidados estéticos, renegociação de dívidas com aos fornecedores de água e energia elétrica e empresas do comércio local, além de expedição gratuita de certidão do SPC e Serasa.

 

No início de abril,  uma comissão criada pela prefeitura de Guarantã do Norte voltará a Cuiabá, onde vai se  reunir com a coordenação do mutirão, a fim de que sejam definidos os atendimentos a serem oferecidos à população guarantãense. A ideia é que o evento atenda as cidades circunvizinhas.

 

Criado pelo Tribunal de Justiça por meio da Lei Estadual n° 8.161/04,  o principal objetivo do evento é aproximar o Poder Judiciário da comunidade, para isso o TJ realiza palestras informando o cidadão sobre os seus direitos e intermedeia conflitos, primando sempre pela solução amigável.

 

“Muitos conflitos resolvidos na Justiça poderiam ser solucionados com medidas simples, tais como a conscientização dos envolvidos sobre os seus direitos, ou mesmo uma conversa intermediada por alguém sem interesse em favorecer uma ou outra parte. É o que ocorre, por exemplo, quando as partes de um contrato de locação discordam sobre o aumento do valor do aluguel, mas solucionam o problema conversando por intermédio de um agente  e evitam os desgastes de uma ação judicial”, exemplificou.


Gabinete do deputado Dilmar Dal'Bosco

Telefone: (65) 3313-6838


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